Dezenove anos aprendendo dentro do corporativo, antes de levar a primeira solução ao mercado.

Hoje participo de operações distintas, em setores que não se parecem, com o mesmo objetivo final: transformar processo, tecnologia e pessoas em resultado comercial.

Fundador da Connexa Tecnologia CEO no Brasil da Art Oasis Joint venture na Jornada Tax
Tiago Barbosa

Sobre mim

Comecei a trabalhar aos 17 anos e construí a minha carreira dentro do corporativo, na área comercial B2B, primeiro como vendedor e depois como gestor. Foram dezenove anos vendo empresas por dentro, de portes e setores muito diferentes, Brasil afora. Esse tempo todo foi aprendizado: onde o dinheiro entra, onde ele escapa, e por que times inteiros travam em coisas que pareciam simples no papel.

Quando a inteligência artificial ficou acessível, eu olhei para ela com esse repertório. E vi três comportamentos se repetirem. Empresas que não fizeram nada por insegurança. Empresas que compraram ferramenta sem critério. E empresas que decidiram se preparar. Nas duas primeiras, pouca coisa mudou. Na terceira, o diferencial competitivo apareceu rápido.

A diferença nunca esteve na ferramenta, que é a mesma para todo mundo. Esteve em colocar a tecnologia dentro de uma estratégia, em vez de adotá-la solta.

Foi aí que decidi levar isso ao mercado como solução, e não mais como observação. Saí do meu último emprego em 2023 e no ano seguinte fundei a Connexa.

Fui entender por dentro como se constrói com inteligência artificial. Não para virar programador, mas para saber quais profissionais procurar, que tipo de conhecimento sustenta cada ecossistema e o que garante um mínimo de segurança naquilo que se entrega. O ganho maior apareceu depois: hoje eu converso de igual para igual com desenvolvedores e times de TI dentro das empresas, sem deixar de falar a língua do negócio. O projeto fica mais sinérgico com o cliente e com os parceiros por causa disso.

Hoje eu falo de tecnologia em custo de aquisição, margem e caixa, porque é dali que eu venho e é assim que ela vira resultado.

Onde atuo hoje

Operações distintas, em setores diferentes, com o mesmo objetivo final.

Fundador

Connexa Tecnologia

A empresa. Respondo pela direção do negócio, pela definição das ofertas e pela condução dos projetos junto aos clientes.

É também de onde saem a Talk Connexa e as demais frentes de produto.

Conhecer a Connexa

CEO no Brasil

Art Oasis

Fui convidado para trazer ao Brasil uma operação de arte já consolidada na Europa e fazê-la funcionar aqui.

Respondo pela distribuição, pela regra de negócio e pela operação da empresa no país.

Conhecer a Art Oasis

Joint venture

Jornada Tax

Nasceu de uma necessidade de um cliente da Connexa e se tornou produto próprio, voltado ao mercado contábil na Reforma Tributária.

Atuo na construção da regra de negócio, na estratégia de produto, na aquisição e na experiência do cliente.

Conhecer a Jornada Tax

Arte, tributos e atendimento não têm nada em comum. Mas os três dependem da mesma engrenagem: conquistar cliente, vender e manter.

A Connexa Tecnologia

A empresa que eu fundei em 2024, e por onde passa tudo o que eu levo para o mercado.

A Connexa atende o corporativo em quatro frentes: consultoria estratégica, projetos de automação e inteligência artificial, criação de produtos digitais e formação de times. Palestras, workshops e eventos também acontecem por ela.

A Talk Connexa, plataforma de atendimento multicanal, é um dos produtos da casa.

Hoje a operação atende clientes em três países.

Brasil Estados Unidos Alemanha

O que eu levo para dentro das empresas

Empresa grande costuma já ter a tecnologia e já ter gente boa construindo. O que trava raramente é o time técnico, é a distância entre quem constrói e quem vai usar. O gestor que precisa pedir sem ter clareza do que já é possível, o setor que recebeu a ferramenta nova e manteve o processo antigo, a decisão aprovada antes de definir o que seria medido.

O trabalho é encurtar essa distância. Formação de gestores e de setores inteiros, definição do que medir, e a tradução do que a tecnologia faz para a língua de quem decide o orçamento.

Adoção é problema de gente, não de tecnologia.

Parcerias e certificações

Salesforce Partner Sebrae Meta Business Partner Google Partner

Acelerada pelo

Vírgula Hub de Inovação

Workshops, palestras e encontros

Como funciona quando esse conteúdo entra na sua empresa.

Feito no contexto de quem contrata Antes de montar qualquer conteúdo, eu entendo o momento da empresa, o público que vai estar na sala e o que precisa mudar depois que eu sair dela.
Conteúdo aplicado, não slide genérico A operação da empresa entra no material. As pessoas saem com o problema delas mapeado e com as oportunidades na mesa, não com teoria sobre tecnologia.
Dinâmica em vez de plateia parada A proposta é ir além do óbvio: em algum momento a sala para de assistir e faz alguma coisa. Uma ferramenta construída para aquele encontro, que cada pessoa usa no próprio celular para testar o cenário apresentado com os números do negócio dela. A validação acontece ali, na hora, e não fica na promessa.
Formato aberto Palestra de abertura, workshop de meio dia, encontro fechado com liderança ou trilha para um setor específico. Presencial ou online.
Linguagem de negócio A conversa acontece em custo, margem, produtividade e resultado comercial. Quem não é da área técnica participa do começo ao fim.

Temas que eu levo

Passei por indústria, comércio, serviço e digital, em operação e em gestão. O recorte se ajusta ao momento do negócio e a quem está na sala.

  • Cultura de inteligência artificial: como a empresa inteira acompanha o time técnico
  • Usar IA e operar com IA: onde está o retorno real e onde é só custo
  • Mapeamento de processos: onde a operação perde tempo, dinheiro e informação
  • Automação: por onde começar, o que medir e o que não vale a pena automatizar
  • Pessoas e adoção: preparar o time para operar com tecnologia sem virar imposição
  • Estruturação de times e rotinas: quem faz o quê, com que ritmo e sob qual indicador
  • Jornada do cliente da aquisição ao pós-venda, em operação estruturada
  • O custo real da tarefa repetitiva e o que ela consome de margem
  • Como uma operação sai do improviso e vira processo

Registro de um dos workshops conduzidos

Tiago conduzindo um workshop, apresentando o fluxo de automação e crescimento
Participante usando no celular a ferramenta construída para o workshop

A dinâmica rodando no celular de quem estava na sala

Uma das dinâmicas, na prática

A Meta anunciou uma mudança na forma de cobrar as conversas de WhatsApp no Brasil, com vigência prevista para 2026. Toda empresa que vende e atende por ali vai sentir, mas o tamanho do impacto muda muito de operação para operação, e no abstrato ninguém consegue dimensionar.

Em vez de apresentar a mudança em slide, montei uma calculadora para aquele encontro. Cada pessoa abriu no próprio celular, colocou o volume de atendimento da empresa dela e viu o valor que vai passar a pagar por ano. O assunto deixou de ser abstrato em menos de um minuto.

Abrir a calculadora

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No que eu acredito

Usar não é operar

Abrir uma ferramenta e pedir uma coisa pontual é usar. Quando a tecnologia entra no processo, executa, conecta e tem retorno medido, aí é operar. É uma diferença sutil no começo e enorme no resultado, e explica por que duas empresas com a mesma ferramenta chegam a lugares tão diferentes.

A tecnologia amplifica o que a empresa já sabe fazer

Estratégia e processo primeiro, ferramenta depois. Ninguém precisa mudar de identidade para adotar tecnologia, precisa estruturar o que já faz.

O Brasil não tem falta de tecnologia, tem falta de tradução

A ferramenta já existe e está acessível. O que falta é alguém que explique na língua de caixa e margem, que é a língua de quem decide.

Quem depende de um canal só é refém

Sem o dado do cliente na sua mão, não existe plano B, existe torcida.

Entregar e sumir é o pecado do mercado

O projeto não acaba quando o arquivo é entregue. Acaba quando está funcionando.

O que a Connexa construiu

Quatro operações entregues do desenho ao funcionamento.

Advocacia tributária

Uma operação comercial que só reagia. Mais de 40 mil seguidores no LinkedIn e nenhuma nutrição, nenhuma prospecção ativa, nenhuma visão de funil. Montamos o ecossistema comercial inteiro: um CRM próprio conectado a quatro agentes de IA que qualificam no WhatsApp, prospecção no LinkedIn, sequências de e-mail, páginas de captura e um painel consolidando o faturamento de todos os canais.

+40%

de conversão em 90 dias, além de comunidade orgânica e canais novos de aquisição.

Infoproduto de alto volume

50 mil leads parados no histórico, carrinho abandonado sem recuperação e nota de satisfação baixa por suporte lento. Conectamos checkout, CRM e leitura de comportamento num fluxo só, com recuperação automática em vários canais e um funil de e-mail segmentado pela jornada.

+10 mil

checkouts por mês entram sozinhos no fluxo de comunicação, sem operador humano.

Corretora de seguros

Triagem feita na mão pelo WhatsApp, dados sem padrão e gente sumindo no meio da conversa. Implementamos um agente de IA que coleta a cotação em conversa natural, valida documento e cria a oportunidade direto no CRM, com a central de vários números e o disparo de campanhas no mesmo painel.

+35%

de conversão em 60 dias. Todo lead novo entra estruturado, sem hora para acontecer, e o corretor só recebe lead quente.

Marca internacional entrando no Brasil

Uma marca premium chegando ao país sem e-commerce, sem rede ativa, sem canal B2B e sem estrutura comercial. Estruturamos a operação em dois países ao mesmo tempo, com gestão de contratos, programa de embaixadores, mapeamento de mais de 150 lojas-alvo e calendário editorial em português e alemão.

60 dias

do zero à operação ativa, com mais de 100 lojas mapeadas no território e presença de mídia.

Empresas que já desenvolveram projetos junto ao ecossistema da Connexa

De marca internacional entrando no país a operação de telecom.

Vivo
Art Oasis Brasil
Jornada Tax
FM Advogados
Meu Restart
Stock
BM
Gio
TXR Eletrônica Diesel

Vamos conversar

Se você está montando a grade de um evento, um treinamento interno ou quer levar essa conversa para dentro da sua empresa, me chama. Eu quero saber o contexto antes de falar qualquer coisa: quem é o público, o que a empresa já tentou e o que precisa mudar depois que eu sair da sala.

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